6 de janeiro de 2017

FERNANDO PESSOA - Ter Saudade é Viver

             
                                      Rua Augusta - Lisboa
                          

                    TER SAUDADES É VIVER

                    Ter saudades é viver
                    Não sei que vida é a minha
                    Que hoje só tenho saudades
                    De quando saudades tinha

                    Passei longe pelo mundo
                    Sou o que o mundo seu fez,
                    Mas guardo na alma da alma
                    Minha alma de português.

                    E o português é saudades.
                    porque só as sente bem
                    Quem tem aquela palavra
                    Para dizer que as tem.

                    

A vida de Fernando Pessoa desenrolou-se entre Lisboa e Durban (África do Sul). Nessa cidade viveu cerca de 10 anos, na sequência de um segundo casamento da mãe; foi lá que fez a sua formação escolar, em língua inglesa. De regresso à Lisboa em 1905, inscreve-se no Curso Superior em Letras, mas não prossegue os estudos. Dedica-se então a uma vida profissional como funcionário de firmas comerciais. É um paralelo com sua atividade de correspondente comercial que frequenta tertúlias, dirige publicações culturais (como Orpheu), colabora em jornais e em revistas literárias e escreve obsessivamente. Apesar dessa dedicação quase compulsiva à escrita, são escassos os livros que publica em vida: Antinous (1918) 35 Sonnets (1918) English Poems I - II - III (1921) e Mensagem (1934).
Morre em 1935, e só quase meio século depois  foi editado pela primeira vez em 1982 - o Livro do Desassossego, por Bernardo Soares.
No ano em que morreu, endereçou a Adolfo Casais Monteiro uma carta em que explicava a gênese dos heterônimos, a sua configuração como ortônimo e diversos aspectos da sua personalidade literária. Fernando Pessoa elabora nessa carta um meticuloso testamento literário, destinado a fixar a sua imagem post mortem. No centro dessa imagem está a questão do desdobramento, um processo tipicamente modernista, apreendido por Pessoa em tendências da poesia europeia do fim do século XIX, que ele aprofundou até ao extremo que o seu gênio poético consentia. 
Pessoa não é um sujeito único, mas vários; segundo ele, a diversidade e o culto da alteridade instaurada pela heteronímia tem uma origem infantil, mas só num dia determinado nasce o primeiro heterônimo.
No chamado dia triunfal - 8 de março de 1914 - surgiu Alberto Caeiro, o mestre dos restantes heterônimos. Após vieram Álvaro de Campos e Ricardo Reis.
Depois vieram Bernardo Soares, e os menos destacados Alexander Search, António Mora, Vicente Guedes etc.
Contudo, não se esgota nessa deriva a personalidade de Fernando Pessoa (ele mesmo), completada por uma fecundíssima vocação para a reflexão cultural, política, ideológica, sociológica e filosófica; é essa vocação que se pode ver no acervo pessoano já publicado.
Por tudo, Fernando Pessoa é hoje o principal elo literário entre Portugal e o mundo. A sua obra em verso e prosa é  mais plural que se possa imaginar, pois reúne as múltiplas facetas nascidas de suas figuras literárias, todas ele próprio.
_______________________
(fonte: Guia de Leitura / L&PM - pág 98)
Fernando Pessoa / POESIA - Companhia Das Letras - pág 372

Enviado pela amiga Amelia Filizzola . Fernando Pessoa no bairro Chiado / Lisboa 
- na cadeira de um bar onde escrevia seus textos.
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< Tudo vale a pena quando a alma não é pequena! >
1888 / 1935 Lisboa




41 comentários:

  1. Olá Taís
    Tem saudade que machuca mas tem saudade que faz vibrar o coração
    E senti-las é rememorar o que já foi vivido
    Uma escolha excepcional amiga
    Beijos e bom final de semana

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  2. Como disse Goethe: " o que passou, passou, mas o que passou luzindo resplandecerá para sempre."
    beijos!

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  3. Saudades ... uma palavra que preenche meu coração e o de muitos ...eu sei!
    Gosto da sua escolha poética!
    Obrigada pela partilha!!!bj

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  4. Se tiver tempo...espreite aqui:
    https://mgpl1957.blogspot.pt/2017/01/biblioteca-municipal-de-miranda-do-corvo.html

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  5. Gosto de Pessoa, gostei do poema e da biografia dele por aqui! Lindo fds! bjs praianos,chica

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  6. Pessoa deixa imensa saudade da herança cultural que nos legou... Hoje, poucos...
    Abraço.

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  7. Bom dia Tais.
    Acho que ele deveria está se referindo a saudades de tempos passados, o reviver das belas lembrancas e sentir saudades. Pois outros tipos de saudades não é viver, é na minha humilde opinião, é padecer no caminho tortuoso onde se perde até o ânimo de viver. Uma bela escolha de uma pessoa que deixou que a sua existência fosse lembrada por muitos anos. Um feliz sábado. Enorme abraço.

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  8. Ha sido muy grato poder informarme de algunas circunstancias de la vida de vuestro gran poeta Pesoa. Algunas personas se adelantan a su tiempo y no tienen el reconocimiento en vida que se merecen, es Pesoa otra caso más. Muy interesante. Un abrazo. Franziska

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  9. Nos dejas una buena descripción del poeta así que un bonito verso.
    Feliz fin de semana.

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  10. Acróstico

    Foi poeta dos heterônimos severos
    E invólucro do corpo, dessas criações
    Ricardo Reis produtor de temas sinceros
    Navegou livre por trás de seus bastiões.

    Alberto Caeiro, um “escudo” de Pessoa
    Nunca deixou a zona rural de Portugal
    Dava, pra Fernando, voz que ainda ressoa
    O que faz dele um autor sensacional.

    Por Ávaro de Campos este “seu engenheiro”
    Ele compôs tabacaria niilista
    Sem qualquer dúvida seu poema primeiro.

    Sem Bernardo Soares, esse articulista
    O Fernando Pessoa não seria inteiro
    Assim, todos eles completam este artista.

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    1. Pegou tudo em acróstico, você é muito bom!
      Obrigada, amigo! Bom fim de semana.

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  11. El "Libro del desasosiego" me lo voy leyendo poco a poco. A veces es muy difícil de entender, y eso que lo leo traducido al español.
    Abraços.

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  12. Cara amiga Tais, gosto de muitos poetas, muitos mesmo, mas coloco três no meu panteão idolátrico. Mário Quintana, Fernando Pessoa e Jorge Luis Borges. Mário aparece primeiro por motivos afetivos, nas Pessoa é o maior da língua portuguesa e Borges o nome da poesia argentina.
    Um abraço. Tenhas um ótimo domingo.

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  13. Uma bela herança cultural e uma boa descrição de quem foi este excelente poeta. Está entre os que eu gosto.

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  14. Olá, Tais. Escribe usted muy bien. Transmite.

    Cuantas veces he pasado por A Brasileira, en especial los últimos cinco años por motivos familiares y siempre observo a ver si Pessoa ha vuelto, como Don Manuel. Y no, pero no se ha ido, sigue sentado en su mesa observando a l@s jóvenes. Como haría Álvaro de Campos.
    La enlazo a mi blog. Saludos

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  15. Oi Taís, [voltei!!! hehe*]

    Fernando Pessoa é um exemplo de talento incomum com um acervo admirável. Suas publicações com heterônimos mostram o quanto ele era capaz de se multiplicar sem perder a mão. Aprecio muito.

    Desculpe o meu pequeno sumiço. Fiquei "fora do ar" por uns 15 dias. rs
    Um feliz domingo e um 2017 dos melhores pra ti e família. Beijo grande. =)

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  16. Aqui no Brasil Fernando Pessoa é bem conhecido. Estudamos muito este belíssimo autor em literatura. Os pseudonimos que eu tenho foram criados por influencia dele. Excelente escolha de poema. Boa semana minha querida!

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  17. Querida amiga Tais:
    Gracias por poner a Pessoa, uno de los grandes poetas y escritores de la literatura portuguesa.
    En el barrio del Chiado en Lisboa, encontramos su estatua sentado en una mesa en el exterior del café A Brasileira, donde solía reunirse con sus amigos y escribió algunos de sus testos. Una silla vacía al lado invita a fotografiarse con él.
    Aquí se puede ver:
    https://c2.staticflickr.com/6/5709/30662825941_0256b59872_h.jpg
    Un buerte abrazo.

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  18. Querida Amiga, Taís Luso, boa noite !
    Um bom momento para chorar e sorrir de
    saudade. Há pessoas, ou "Pessoa," que
    não deveriam nos deixar, nunca.
    Fernando, é uma delas...
    Um carinhoso abraço.
    Sinval.



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  19. Ah! Fernando! Se não sentimos saudades de ti é porque deixastes uma vasta poesia que não se basta se não for inteiramente lida. E quanto vale a pena ler a poesia de Pessoa, este Fernando que tanto admiramos. É certamente o que nos instiga a fazer, Taís. Basta ler estas quadras em que o poeta trabalha também com alma portuguesa o tema da saudade tão cara aos portugueses e, claro, ao próprio Pessoa.
    Bela partilha, Taís! É sempre bom trazê-lo para que seja relido ou lido, muitas vezes.
    Beijos, gentil amiga,

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  20. Que linda pesquisa Taís deste grande Pessoa.
    Havemos de ter saudades sempre e que por toda vida será uma referencia.
    Que bom estar por aqui mais um ano lendo suas ótimas postagens e agora ao Pedro. Em tempo de combo, digo que estou bem com vocês para ler e seguir.
    Uma linda e abençoada semana para vocês.
    Bjs de paz amiga e que Deus nos abençoe.

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  21. Bem, Taís, até se torna difícil falar de Fernando Pessoa, pois tanto já foi dito sobre ele. Quanto a mim só posso dizer que cada vez que o releio encontro sempre algo que ainda não me tinha tocado. Ele foi ao mesmo tempo genial e misterioso. Uma partilha muito boa, minha Amiga.
    Um beijo.

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  22. "Saudades de Futuro" como, antes de Pessoa, lembrou, no Séc. XVIII, o Padre António Vieira, vulto maior da cultura, da política e da diplomacia portuguesas, tão ligado na sua obra à grande Pátria brasileira.

    Pessoa é universal, tanto quanto é universal a Língua que falamos dos dois lados do Atlântico - "minha Pátria é a Língua Portuguesa", legenda que transcende as circunstâncias e a vicissitudes de cada época.

    como português e amante da Poesia de Fernando Pessoa, agradeço, Tais, a sua bela homenagem

    beijo, amiga.

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  23. Oi Taís
    Adoro Fernando Pessoa, de uma inteligência mil e uma sensibilidade que até dói o coração.
    Minha casa é uma Biblioteca, o que pedir tem.
    Beijos
    Minicontista2

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  24. Taisinha, começas bem este ano de 2017, com Ter saudade é viver, de Fernando Pessoa, e, mais abaixo, com alguns traços biográficos desse poeta genial, o melhor poeta da língua portuguesa, que é secundado pelo nosso Carlos Drummond de Andrade.
    Parabéns pela escolha do poema e pelo que escreveste sobre Fernando Pessoa, dados de sua vida que sempre interessam a quem gosta de poesia e tem alguma curiosidade sobre a vida e a obra do poeta português.
    Também gostei muito das fotos, tanto a do início como a do final do texto. Uma postagem especial ao poeta maior da nossa língua.
    Beijinhos daqui do escritório.

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  25. Gran poeta, Tais. Bonitas fotos.

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  26. Um gênio, meu poeta preferido. Beijos.

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  27. Fernando Pessoa já tinha frequentado ensino superior na África do Sul com ótimos resultados e regressou com intenção de formar-se em Inglaterra.
    Não ter ido, deve ter sido a primeira grande frustração do escritor que, muito inteligente, não se adaptou ao ensino de Lisboa e deve ter tido dificuldade em adaptar-se ao ambiente.
    Não formou família, mas viveu condicionado pelo elevado 'status' dos seus parentes - quer do lado paterno, quer do lado materno - facto que muito contribuiu para o seu isolamento e infelicidade.
    O Chiado e o café Brasileira pertencem ao centro histórico da cidade, zona que não tem nada de degradada, já no tempo de Pessoa era um lugar elegante. Os generais avoengos, se voltassem a Lisboa, não gostariam nada de encontrar aquela estátua do Fernando...
    Há uma altura na vida em que todos nós temos saudades de nós mesmos, porém o insigne escritor, teve-as cedo demais...
    Levaríamos dias a falar de Pessoa, mas este «papinho foi legal»...
    Um abraço, querida amiga.
    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~

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  28. Linda postagem, amei ler, amo Fernando Pessoa e seus heterônimos, sou pisciana mistica, acredito que ele tinha intuições incríveis!
    Meu poeta predileto, sempre curto todas as poesias e essa, nossa, foi mesmo muito bem escolhida!
    Quem nunca sente saudade? Acho que todos os que têm boa memória sempre dão "uma chegadinha no passado",rsrs!
    Como disse o seu amado marido, começaste bem o ano, concordo com ele!
    Abraços bem apertados!

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  29. Olá, Tais!
    Excelente escolha do poema e das fotos. Brilhante síntese da vida do GRANDE Fernando Pessoa.
    Lisboa é ainda mais linda com ele sentado no Chiado, à frente do "Brazileira", o café lindo e emblemático que ele frequentava.
    Sobre saudade, deixo-te uma frase, de autor desconhecido, de que gosto particularmente: “A saudade é como o banho da fotografia: vira as imagens impressas no nosso coração.”
    Beijo.

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  30. Dizem que " saudade " é caracteristica da alma portuguesa, que nenhuma outra longua tem esta palavra que defina tão bem o sentimento da saudade; não sei se será bem assim e penso que talvez essa ideia tenha surgido por causa do fado, canção nostalgica que só aqui existe. Saude toda a gente sente, mesmo aqueles que poucos motivos têm para se lembrarem do passado; há sempte, por exemplo a saudade da juventude, do tempo em que essa juventude dava forças e ânimo para se enfrentar os desaires da vida. Eu, Tais, tenho muitas, muitas saudades do meu querido Brasil, apesar de lá ir com frequência, tenho saudades do dia em que comprei a minha primeira casinha, simples, mas minha, do dia em que no hospitalzinho público (nesse tempo ainda se podi usá-los, embora com medico escolhido por mim ) nasceu o meu filho e cinco anos depois a minha filha, saudades do primeiro dia de escola deles, dos seus amiguinhos brincando na rua de casa e muitas saudades dos grandes amigos que lá fiz e se mantêm até hoje. A saudade também me acompanhou quando deixei Portugal, ficando para tras a aldeia onde nasci e vivi até casar e todos os amigos com quem tinha " brincado de casinha " como costumo dizer. E assim fui construindo uma vida com muitas saudades, felizmente. A vida tem sido muito benevolente comigo e por enquanto tenho aquele tipo de saudade que se pode " matar " sempre que eu queira, mas nem sempre é assim; há uma outra saudade dificil de suportar e que doi muito, a saudade dos queridos que se foram, a saudade de amigos importantes que partiram antes do tempo ou daqueles que por incompreensão, por julgamentos precipitados fugiram sem ouvir o nosso lado; bem...estes ultimos deixam saudade por uns tempos, depois deixam mágoa e por fim são tirados do nosso coração definitivamente. Um caso destes aconteceu-me há uns quatro anos e as emoções sentidas foram todas essas, mas agora, nem sei se essa pessoa existe ou não. Tanta coisa mais haveria a dizer sobre este sentimento, mas acho que já chega. Sabes, Tais, quando cheguei ao Brail há 40 anos, fiquei impressionada com o conhecimento que os brasileiros tinham deste nosso grande poeta; eu sou de letras e fui obrigada a estudar e interpretar a obra deste e de outros escritores e por isso, por tanto ter estudado as suas obras, não lhes dava grande importância; quando se faz por obrigação é isso que acontece. Só agora é que comeco a ter coragem para voltar a ler Eça, Camilo Castelo Branco etc, etc, Os Lusiadas de Camões, nem pensar... penei a ler e a interpretar toda aquela obra, frase a frase, canto a canto. Como vês, amiga, escrevo muito e deixo grandes " testamentos, por isso não te preocupes quando te alongares nos teus comentários, certo? Beijinhos e vamos lá ver se agora o comentário passa o Atlântico
    Emilia

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    1. rsss, teu comentário chegou aqui, sim, e trouxe muita ternura e amizade junto, adorei... adorei, querida amiga! Ah...saudades, a palavra é linda, mas muitas vezes faz um estrago danado, um rebuliço nos sentimentos que ficaram, principalmente ao lembrarmos dos nossos queridos, como você falou. Também tenho saudades de tantas coisas, de tanta vida que vivi... Pior saudade é aquela que traz junto uma mágoa quando percebemos que poderíamos ter feito tanto pelos que se foram, que não foi o suficiente, aí é uma saudade dolorida, Emília. Gosto de teus comentários, muito. Leio com muito prazer, creia. Escreva quanto quiser.
      Um beijo, minha querida, fizemos um pouco a hora da nostalgia, graças a esse fantástico poeta que adoro!

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    2. Muito obrigada, Tais, pelo carinho da resposta e pelas palvras simpáticas que foram para mim " um miminho" agora, na hora de dormir; são estes "pequenos gestos " ( blog Veredas!!!) que nos deixam felizes e com vontade de prosseguir este intercâmbio de ideias e experiências. Estive a reler o que escrevi e mais uma vez prometi a mim mesma ler o texto antes de publicar; tanto erro Tais!!! O que vale é que são só falhas, pois , numa pessoa que se diz " de letras " não se admite os tais erros " de palmatória ". Tem paciencia, amiga! Um beijinho de grande amizade e boa noite
      Emilia

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  31. OI TAÍS!
    MESMO QUE JÁ CONHEÇAMOS UM POUCO SOBRE PESSOA, É SEMPRE UM PRAZER CONHECER MAIS SOBRE ELE.
    OBRIGADA PELA PARTILHA, AMIGA.
    ABRÇS
    http://zilanicelia.blogspot.com.br/

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  32. Magnifico trabalho sobre o grande Fernando Pessoa, foi bom relembrar esse génio da língua portuguesa.
    Um abraço e boa semana.
    Andarilhar

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  33. Querida Taís
    Como portuguesa não posso deixar de me sentir comovida com a linda homenagem aqui prestada a Fernando Pessoa, o "nosso" Poeta.
    Óptima síntese da vida de Pessoa e lindas imagens da minha capital - Lisboa.
    Obrigada pela partilha.
    Beijinhos, Taís.

    Continuação de boa semana.
    Beijinhos
    MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

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  34. Quem não gosta dos seus escritos, tinha o dom da palavra e graças a Deus, o enorme legado que deixou para a posteridade!
    Bonita foto de uma Lisboa encantadora, o elevador da Bica. Na outra, já tive oportunidade por mais que uma vez de sentar ao lado dele, em pleno Chiado, em Lisboa, uma Lisboa dos mil e um encantos!
    Bjs

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  35. Só posso agradecer-te teres trazido o nosso (e vosso) Fernando Pessoa. Um génio!
    Parabéns, também, pela escolha do poema. Além do poeta, homenageias um traço da nossa portugalilade. Obrigada!
    BJO, Tais :)

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  36. Um dos grandes poetas, durante muito tempo esquecido mas que hoje recorre o mundo com as suas obras, que foram muitas.
    Em Junho estivemos ali, rendendo homenagem e tomando um bom café na Brasileira.
    Respeitosos cumprimentos

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  37. O meu autor preferido de sempre.
    Costumo ter o Livro do Desassossego por perto... e abrir ao calhas... como uma bíblia, e fico fascinada sempre... com a sua escrita tão desafiante, abrangente, e apaixonante...
    Adorei este post, Tais!
    Beijinho
    Ana

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